Você já pensou qual a estrutura necessária para você se antecipar aos desastres que podem ocorrer?
Em termos gerais, gerenciar crises significa enfrentar ameaças, reconhecer seu potencial para se tornar uma crise e trabalhar para evitá-la. Isso se faz reagindo de forma rápida e eficaz.
Em outras palavras, o gerenciamento de crises é uma resposta sistemática a acontecimentos inesperados que ameaçam as pessoas, o patrimônio e a continuidade operacional da empresa. Tem como base uma equipe de executivos, profissionais, técnicos e funcionários em geral, selecionados e treinados antes do fato, para:
- Analisar e avaliar as ameaças.
- Desenvolver e implementar respostas alternativas.
- Comunicar as informações e decisões aos envolvidos de forma ordenada.
- Coordenar a volta às operações normais, uma vez encerrada a ameaça ou a crise.
Evitar que uma crise gere repercussão negativa na imprensa e comunidade é tarefa para quem planeja com cuidado a comunicação de uma organização. Pensar nos mínimos detalhes, simular fatos que possam ocorrer como acidentes, incêndios, greves, falhas tecnológicas, contaminação de produtos, acidentes ambientais, roubos, assaltos, perda de informações, seqüestros de sócios, fusões... é necessário para prevenir que ocorram e, se ocorrem, como agir rapidamente.
Os planos de gerenciamento de crise são, normalmente, feitos por profissionais da comunicação. Descrever todos os procedimentos, passo-a-passo, definir a equipe que irá agir no momento de crise, escolher responsáveis por cada tarefa, ter um plano pra cada público da empresa (colaboradores, familiares, comunidade, fornecedores, clientes, acionistas... são tarefas que exigem precisão.
A capacidade de resposta à crise proporciona:
Proteção para os executivos, gerentes seniores e diretores da empresa contra processos jurídicos por parte de funcionários, acionistas ou clientes.
- Paz de espírito, ao saber que sua equipe pode responder eficazmente a uma situação de crise. Uma oportunidade singular de marketing para reforçar a capacidade de sua organização de manter os níveis de atendimento ao cliente, independentemente da situação.
- Vantagem competitiva, ao assegurar à base de clientes que não haverá interrupção do serviço ou do fornecimento.
- Habilidade de neutralizar as hostilidades de seus concorrentes.
- Redução da cobertura de seguro e, portanto, dos prêmios, que freqüentemente custam mais do que os programas de gerenciamento de crises.
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- Minimização da perda de patrimônio da empresa.
- Manutenção da participação de mercado e do valor de mercado, ao dissipar as preocupações e o pânico dos investidores e acionistas no início de um desastre.
Seja um empresário que resguarda a imagem de sua empresa. Invista num Plano de Gestão de Crise!
Ana Laura Paraginski
Jornalista diplomada e Diretora da Intensa Comunicação de Relacionamento